Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
O Instituto da Criança (ICr) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo atende pacientes de todo o Brasil e América Latina, de 0 a 19 anos, portadores de doenças de alta complexidade. No ICr, a criança é tratada de forma bastante especial, segundo a supervisora de Serviço Social, Maria José Paro Forte, como resultado da filosofia de humanização que guia as ações dos profissionais e voluntários. Estes últimos contribuem com parcela de seu tempo, desenvolvendo atividades com as crianças e adolescentes e também com os acompanhantes. O ICr conta com dois principais programas de voluntários oferecidos aos nossos alunos:
A. Comitê Juvenil – Atividades de recreação com crianças internadas
Horários: 3as.; 5as.; sábado ou domingo das 14h30 às 16h30 ou sábado e domingo das 9h00 às 11h00
B. Criarte – recreação com crianças do ambulatório e hospital-dia
Horários: 2as a 6as das 14h00 às 17h00.
Para saber mais, entre no site do instituto clicando aqui !
Simplificando as coisas
Da série “Menos é mais”:
E vice-versa:
Introdução
O Programa Cidadania tem como objetivo oferecer aos alunos diferentes cenários de estudo para que ele possa protagonizar seu processo de aprendizagem, ou seja, ao lado da formação acadêmica, construir sua identidade social doando seu tempo e conhecimento á comunidade. Desta forma através da atuação voluntária e profissional, estamos inserindo nossos alunos em diversas realidades sociais e incentivando-os a um compromisso concreto com causas sociais.
Segundo definição das Nações Unidas, “o voluntário é o jovem ou o adulto que, devido a seu interesse pessoal e ao seu espírito cívico, dedica parte do seu tempo, sem remuneração alguma, a diversas formas de atividades, organizadas ou não, de bem estar social, ou outros campos…”
Gestos voluntários, claro, não são novos. Doa-se tempo, trabalho e talento em favor dos outros, desde que o homem existe. Novidade é considerar este tipo de trabalho como uma participação responsável e dinâmica. O que incentivamos é que nossos alunos sejam protagonistas nesta iniciativa de melhoria da qualidade de vida em comum, contribuindo de forma profissional, criativa e ética, motivado somente pelos valores de solidariedade e engajamento social.
Estamos cientes que voluntariado não é só o trabalho assistencial de apoio aos grupos mais vulneráveis da população, mas que inclui múltiplas iniciativas nas áreas de cultura, defesa de direitos, meio ambiente, esporte, lazer e outras. Assim, nosso desafio é despertar e levar nossos alunos a universos cada vez mais amplos.
Não se deve esquecer, contudo, o potencial transformador que essas atitudes representam para o crescimento interior do próprio indivíduo, trazendo abertura para novas experiências, oportunidade de aprendizado, prazer de se sentir útil, criação de novos vínculos de pertencimento e afirmação do sentido comunitário. Assim sendo teremos um espaço neste blog para que nossos voluntários deixem registradas suas vivências.

Logotipo criado pelo aluno Alessandro, 2H1
Crise mundial: porque começou, até onde ela chega e o que podemos fazer
“Se eu fosse Ministro da Fazenda? Lidaria totalmente diferente com a questão fiscal: diminuiria a dívida pública, gastando menos o dinheiro do contribuinte. E agora não permitiria que bancos públicos comprassem os privados, apenas, enquanto governo, capitalizaria as ações, para que o sistema de crédito voltasse a funcionar”, respondeu o professor Carlos Eduardo Gonçalves a pergunta de um dos alunos que assistiam, no anfiteatro lotado, ao BandDebate especial Crise.
Quanto às medidas do governo americano, o economista afirmou acreditar que elas não são boas de um modo geral mas que, tendo em vista tudo o que está acontecendo na economia, foi acertado. “uma vez que o dinheiro é do contribuinte, ele não deveria ser ejetado pelo governo para salvar a economia de crédito. Porém, se ele não fosse, a crise seria muito maior e teríamos mais prejuízos do que alguns milhares de dólares de cada cidadão americano”.
Ao explicar a crise para os alunos, Carlos Eduardo surpreendeu a todos ao afirmar que “os especuladores são nossos amigos”. Segundo o professor, apesar do que diz o senso comum, são eles quem salvam a economia em épocas de crise. “Quem está com medo e está vendendo suas ações é a dona de casa. E especulador é aquele que vai falar ‘hum, está barato!”, vai comprar, e vai estabilizar a crise”.
Carlos Eduardo foi questionado também sobre a sucessão na presidência americana. Para ele, John McCain seria melhor para o Brasil. Por ser mais liberal que o concorrente, traria mais benefícios para a economia mundial. Agora, para o mundo o melhor candidato seria Barack Obama pois este é mais pacífico e portanto abriria mais espaço para o dialogo internacional. “Se eu fosse americano, votaria em Obama”.
Debate com criador da wikipedia em SP
Acredito que hoje em dia não haja alguém na internet que não tenha lido ao menos um artigo da wikipedia, mesmo que sem querer (se você já pediu um trabalho para um aluno, já leu!).
Segunda-feira 10 de Novembro às 19:30 Jimmy Wales, o fundador da enciclopédia colaborativa online wikipedia participará de um debate a poucas centenas de metros do band, no Centro Cultural São Paulo (Rua Vergueiro, 1000).
A inscrição é feita mediante edição de uma página wiki. Veja detalhes do evento e página de inscrição AQUI.
O debate celebra o início da atuação da wikimedia no Brasil, e contará com a participação de Andre Lemos, Ethevaldo Siqueira, Gilberto Dimenstein, Gilson Schwartz, Karen Worcman, Ladislau Dowbor, Lala Dezeinhelin, Reinaldo Pamponet, Renato Rovai e Sérgio Amadeu.
BandDebate – Crise Financeira Mundial
Na sexta-feira, 24 de outubro, às 13h30, acontecerá mais um BandDebate. Desta vez, terá como tema a crise financeira munidal.
Em tempos de caos nas bolsas de valores por todo o mundo, o economista Carlos Eduardo Gonçalves, autor de diversas publicações entre elas, Economia sem Truque, em parceria com Bernardo Guimarães - pela Editora Campus, vem ao colégio Bandeirantes para explicar aos alunos o que está acontecendo com as economias de todo o mundo.
O doutor em economia pela USP e professor da FEA (Faculdade de Economia e Administração) responderá às questões elaboradas pelos estudantes do Ensino Médio, além de explicar o tema de uma forma mais didática do que costuma fazer a mídia.
Durante o debate, haverá um Podcast no site do colégio para quem preferir conferi-lo pela internet.
Esta não é a primeira vez que Carlos Eduardo Gonçalves vem ao Bandeirantes. Em maio deste ano, aconteceu o primeiro BandDebate Economia em que o convidado introduziu aos alunos o tema de uma maneira mais leve, mostrando a eles o quanto a economia faz parte do dia-a-dia de todo cidadão.
As inscrições podem ser feitas no Departamento Cultural a partir das 12h30 da quarta-feira, 22 de outubro.
Tal pai, tais filhos
"Seu canto/ Cruzou o Amazonas/ No bico de um sabiá/ Nas asas do vento / Essa voz se espalhou/ Em cada palmeira/ Bandeira hasteada no ar"A música "Rio Amazonas" foi o ponto alto do show de Dori e Danilo Caymmi, ao qual compareceram estudantes e professores, no sábado, 18. Houve tanto impacto do publico com a belíssima letra que os professores de geografia Regina Mara e Guilherme de Benedictis resolveram transmiti-la em aula.
Além desta, Guilherme aponta a música “Ponta de areia”, como uma de suas favoritas no show. "As vozes dos cantores são tão bonitas e similares que parecia uma só. O dom da música é uma dádiva da família", disse.
O show contou no início com uma coletânea de músicas do pai dos cantores, Dorival Caymmi, em que a Jazz Sinfônica deu um tom mais sofisticado aos temas mais simples das músicas. Logo em seguida Danilo e Dori, que, além de cantar, também tocou o violão, revezaram-se em suas músicas.
Uma bilheteria foi instalada dentro do colégio para que a comunidade bandeirantina pudesse comprar os ingressos a preços promocionais.
Tec-tec-tec-tec-TING!
Sem querer entregar minha idade, confesso que aprendi a digitar (ou melhor, datilografar) em uma daquelas antigas máquinas de escrever portáteis. Não sou saudosista, mas até que era legal ouvir os tec-tec-tec-tec-tec-TING!
Nas mãos do artista Jeremy Mayer, essas simpáticas máquinas de escrever viraram esculturas de arte:
Veja outras obras no site do artista.
Os Mosconautas no Mundo da Lua
Here comes the sun
E para homenagear o sol, que resolveu parar em cima de São Paulo e virar a chavinha pro “quente”, uma série fantástica de fotos da atividade solar (que segundo cientistas está na fase mais tranquila do ciclo, HAH!), direto do Big Image, do Boston Globe. O meu atual papel de parede já é uma foto em aproximação do sol!








