Todo esporte deve ter seu lugar ao sol

Publicado por admin em 31 de maio de 2010.

Escrito por Rosângela Dantas

Em que pese minha incompetência total no que se refere à prática de esportes com bola (só me atrevo a jogar bola-queimada e olhe lá), sou uma fervorosa admiradora de alguns deles. Como torcedora, vivi uma fase áurea do basquete no Brasil. Vi jogar Carioquinha, Marcel, Oscar. Um pouco depois, deslumbrei-me com a deliciosa rivalidade entre Paula e Hortência e com a elegância majestosa da gigante Marta. E como mãe, acompanho meus dois “craques” favoritos: Rodrigo e Fernando.

Mas de um tempo para cá, cadê o basquete? Por que neste blog não vemos nomes de equipes e atletas brasileiros? Garanto que tem muita gente boa enchendo os olhos dos torcedores em nossos ginásios por aí. Entre as muitas razões que explicam essa ausência, posso apontar o fato de que hoje em dia os canais abertos de televisão raríssimas vezes (talvez nunca) deem espaço para a transmissão de algum jogo de basquete. E o mesmo acontece com todos os outros esportes cujos nomes não começam pela letra “f”, não contam com 22 atletas em campo e, entre outras características, não movimentam milhões em patrocínio atualmente.

Em tempo de Copa do Mundo, me parece oportuno deixar para reflexão um fragmento de um texto que encontrei há algum tempo, sobre a questão da hegemonia do futebol frente aos outros esportes.  E conste que também sou fã do bom futebol, jogado e disputado com leveza e alegria, coisas raras ultimamente.

¿Es olímpica América Latina?

Margarita Rodríguez  - BBC Deportes

“¿Por qué en nuestro altar de ídolos están Cristiano Ronaldo o Kaká, pero no tenemos al panameño Irving Saladino, al brasileño César Cielo o al cubano Dayron Robles?¿Por qué algunos nos mordimos las uñas en la final de la Copa del Mundo, pero nos dio lo mismo que el jamaicano Usain Bolt rompiera su propio récord mundial al correr los 100 metros?

Ustedes, amigos lectores, dirán que la respuesta es tan evidente que no valdría la pena continuar leyendo este artículo.  “El fútbol es el deporte más popular en toda América Latina”, me dirán.  Sí, es cierto. No se los discuto, pero hay otros factores que hacen que adoremos a Cristiano Ronaldo y no a otras estrellas deportivas como las mencionadas, respectivamente, el mejor saltador del mundo, el nadador que rompió el récord mundial de los 50 metros de estilo libre o el atleta que tiene la plusmarca mundial de los 110 metros vallas; todos atletas que se impusieron ante los mejores del planeta en Pekín y conquistaron tres medallas de oro para América Latina.

Según un estudio de la revista Forbes, el equipo del luso, el Manchester United, es el club más rico del mundo, superando incluso al Real Madrid.  Los “diablos rojos” tienen un valor de US$1.800 millones.  ¿Eso influirá en el hecho de que podemos mencionar al menos cinco jugadores del Manchester United, pero no los nombres de la delegación de nuestro país que fue a Pekín?

El fútbol no sólo genera ganancias por las transferencias millonarias de jugadores y la venta de entradas, sino por la comercialización de productos como camisas y videojuegos. La maquinaria de mercadeo del balompié es un monstruo con tentáculos que parece no tener límites.

Retomo la idea inicial antes de seguir adelante: “Saladino, Cielo y Robles y sus deportes no son tan populares como Cristiano Ronaldo y el fútbol”. Así es y lo mismo sucede con la marcha del ecuatoriano Jefferson Pérez (plata), el judo de la argentina Paula Pareto (bronce) o la lucha libre de la colombiana Jackeline Rentería (bronce).  Pero, permítanme preguntar: ¿Imagínense si esos deportes pudieran contar con, al menos, la mitad del dinero que mueve el Manchester United? Seguramente, más niños en América Latina querrían ser un Irving o un Jefferson y no necesariamente un Cristiano Ronaldo. Quizás estaríamos más atentos -como ciudadanos y como medios de comunicación- a los mundiales de atletismo o a los Juegos Panamericanos que a la Liga de Campeones.  Pero la realidad es otra y me atrevo a ser dura: esos deportes no venden. El fútbol sí, y mucho. (…)”

http://news8.thdo.bbc.co.uk/hi/spanish/deportes/pekin08/newsid_7573000/7573503.stm

“Estranho no garrafão” é uma coluna na qual pessoas de áreas diversas são convidadas a escrever sobre o basquete.
Rosângela Dantas é professora de Espanhol do Col. Bandeirantes e deixa aqui sua pequena contribuição a favor da pluralidade e diversidade também no esporte.

Ray Allen – Treinamento e trabalho duro

Publicado por admin em 31 de maio de 2010.

Aqui estão algumas palavra de Ray Allen, um dos grandes shootadores da NBA, sobre o sucesso e o alto índice. Detalhe para o trocadilho dele e dos colegas: ‘NBA – No Boys Allowed’ (não permitido para garotos).

O treinamento forte e a repetição valem não só para o basquete, como para todos os outros esportes e também para a vida. Fiquem ligados:
Ray Allen – Treinamento e trabalho duro

Ray Allen treinando shoot

Mestre

Publicado por a162423 em 31 de maio de 2010.

Há umas três semanas, uma notícia bombardeou a nós, alunos do Band. O mestre Zen sofreu um enfarto e ficou dias hospitalizado. À época, muitos queriam fazer muitas coisas, mas todas acabaram “miando”.

Agora, nosso mestre está em casa, se recuperando, e seria bom ter uma palavra de carinho de seus discípulos. Por isso, creio que em nome de todos digo: Volta logo, Mestre!

Ulysses Faria

Novo Concerto da OSESP

Publicado por cultural em 31 de maio de 2010.

osesp_2010Ingressos à venda no Departamento Cultural para concerto da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, em seu terceiro espetáculo da série “Paineira”, na sexta-feira, dia 11 de junho, às 21h00, na Sala São Paulo.

Confira o programa desta sexta-feira:

Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo
Jakub Hrusa – regente
Boris Brovtsyn – violino
Josef Suk – Scherzo fantastique, Op.25
Antonín Dvorák – Concerto para Violino em lá menor, Op.53
Bedrich Smetana – Má Vlast: Excertos

Para conferir a programação da série Paineira na íntegra, clique aqui.

Entre no site do LivroClip e inspire-se!

Publicado por lenira em 31 de maio de 2010.

http://www.livroclip.com.br/index.php

Troca de papeis no BBC 10

Publicado por admin em 30 de maio de 2010.

Caros leitores, sábado da semana passada (21 de Maio), participei como técnico de uma das equipes feminina: o Orlando Magic.

A princípio achei tudo muito divertido, as atletas, que fiz questão de decorar o nome: Natália, Carol, Rafaela, Letícia, Isabela e Marina, riam e se divertiam bastante. Confesso que muito dessa descontração vinha de minha parte. Foi a melhor forma de integração possível. Porém, antes de começarmos a jogar o triangular de equipes que havia sido proposto, senti que minhas piadas e as gargalhadas delas poderiam comprometer o time, e trocar a seriedade pelas brincadeiras. É óbvio que o Camp de Basquete do Band não era uma final de campeonato, mas a seriedade era necessária para que elas pudessem aproveitar a oportunidade de jogar diferente com outro técnico (não sei se as fiz jogar DIFERENTE, mas alguma coisa eu devo ter conseguido passar a elas).

Dado o panorama de apreensão, me surpreendi quando a redonda foi ao alto no primeiro jogo. Todas, entraram com disciplina, garra. Olhos bem abertos, passadas largas. Abri um sorriso e pensei que talvez elas não soubessem, mas, as seis jogadoras aparentavam amar o basquete como eu amo.

Essa grata surpresa veio seguida de momentos marcantes. Um deles foi quando percebi a resistência da lateral do pré-mirim, Carol. que suportou uma febre e sem dizer a ninguém aguentou até onde pode no primeiro jogo.

Carol, foi uma bela prova de amor pelo basquete. Mas, a sua saúde em primeiro lugar. POR FAVOR! Ainda bem que depois ficou tudo certo.

Outro momento ocorreu minutos antes do primeiro jogo. Rafaela, ala do pré-mirim, se desapontou ao saber que, por ser a mais nova das seis jogadoras, iria começar a partida no banco. Me partiu o coração.

Após o primeiro  jogo, foi a vez de Natália, lateral do pré-mirim, me impressionar com um súbito comentário. A atleta percebeu a altura média do próximo adversário de nosso time, olhou nos meus olhos e comentou: “Vamos jogar com elas, que são mais altas. O  jogo vai ser mais em baixo (no garrafão).”

Positivo, Natália. Fiquei feliz por saber que mesmo nova você tem percepção e leitura de jogo suficiente antever o tom do ataque adversário. Pode parecer besteira, mas a partir dessa compreensão de jogo que você adquire mais sabedoria e consequentemente mais leitura de jogo.

Além das jogadoras do pré-mirim, as do mirim também me impressionaram. Marina, armadora, superou uma dor no joelho e insistia em ficar em quadra até o final do primeiro jogo, pois era a única armadora e sentia que o time precisava dela.

Marina, admiro a sua atitude mas serve a você o mesmo recado que dei à Carol: A prioridade é a sua saúde.

Letícia também protagonizou um momento de entrega no jogo: a ala jogava de pivô e lateral ao mesmo tempo. OK, ela fazia isso porque não me ouvia. Mas, tudo bem, o ato pode ser relevado se levarmos em conta aquele buraco que tínhamos sempre em uma das laterais. Porém, isso me levaria à análise do jogo e nos meus comentários prevalecem a parte mais altruísta e coletiva do jogo do que tática.

Por fim, comento a atuação da pivô Isabela. Ela superava a falta de Letícia com muita presença no garrafão. Presença essa que foi traduzida em pontos e rebotes muito importantes para a equipe.

Detalhes: primeiro;  perdemos os dois jogos, mas foi por pouco e jogamos muito bem. Acho importante ressaltar que em meio às atuações de guerreiras que vocês tiveram o resultado foi desprezível. Segundo detalhe: em um determinado momento do camp, estávamos repassando jogadas e eis que todas as atletas me perguntam quantos anos eu tenho. Eu digo dezesseis e elas olham aterrorizadas ao tio Rodrigo (apelido carinhoso que me deram). Então pergunto: “Quanto vocês achavam que eu tinha?”. Elas me respondem: “Uns TRINTA!”. Gargalhei. Talvez a barba que cobria metade do meu rosto me envelhecesse mas … CARAMBA! TRINTA …!

Obs: Agradeço a oportunidade de trocar papeis com meu mestre Godoi. Foi bem divertido e até reflexivo me imaginar em seu lugar em nossos jogos.

Aí está a foto do time que poderia se chamar “As Amazonas”.

amazonas

Da esquerda para a direita: Natália, Carol, Rafaela, Marina, Isabela e Letícia. Em cima um barbudo de 30 anos. (clique na imagem para ampliá-la)

Veja outras fotos do BBC 2010

Veja como foi o último dia do BBC 2010

Publicado por admin em 30 de maio de 2010.

No último dia de BBC o objetivo maior foi a integração entre os participantes.

Os pais participaram de um bate-papo sobre o basquete no Band e os atletas participaram dos jogos. Cada equipe tinha seu uniforme e seu técnico (ex-atletas e atletas do Band).

Foram realizados dois triangulares:

Masculino entre as equipes do Lakers, Boston e Phoenix.

Feminino entre as equipes do Cleveland, Denver e Orlando.

times_bbc_2010

Confira as fotos do BBC 2010.

Parabéns aos atletas e pais presentes.

Palavra do mestre

Publicado por admin em 30 de maio de 2010.

Os cinco fatores para o sucesso segundo Vince Carter

vince-carter-usa1. Tenha uma visão completa da quadra e da sua vida.
See the total picture on the court and in your life.

2. Desenvolva e estimule contribuições de cada membro de sua equipe.
Develop and encourage contributions from everyone on your team.

3. Saiba os fundamentos de cada parte do seu jogo e da sua vida.
Know the fundamentals and work on all parts of your game and your life.

4.Veja os desafios como oportunidades, e não  como obstáculos.
See challenges as opportunities, not as obstacles.

5. A grandeza da vitória não significa nada sem a preparação para vencer.
The will to win means nothing without the will to prepare to win.

Dose dupla no voleibol

Publicado por admin em 30 de maio de 2010.

As equipes de voleibol infantil e juvenil do Band foram campeãs no torneio do Magno.

volei_infantil

volei_juvenil

Parabéns aos nossos atletas.

DOCEIRO FAZ RÉPLICA DE CHOCOLATE DE CASA DE FAMOSO COMPOSITOR ALEMÃO

Publicado por admin em 29 de maio de 2010.

O doceiro-artista Tobias Bowitzky fez uma réplica de chocolate da casa onde nasceu o famoso compositor alemão George Frideric Händel.